CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Nº Páginas: 56/60 (incluindo capa), totalmente a cores
Formato: 21x29,7cm
Papel: Capa – Printomat 3D 200g/m2
Miolo: Printomat 3D 115g/m2

Periodicidade: Mensal
Tiragem Média: 3000 exemplares

Propriedade : Ultraprint, Comunicação & Artes Gráficas, Lda.


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30 ANOS | ONDA GRAFE

A aposta no digital de pequeno formato e embalagem

É uma das mais dinâmicas gráficas nacionais, sobretudo porque não cruza os braços perante a evolução do mercado. A Onda Grafe acaba de investir em quatro equipamentos de diferentes marcas para dar resposta pronta aos seus clientes e o gestor Bruno Moluras explica de que forma será implementada uma estratégia que visa a impressão digital de pequeno formato e embalagem.

Fazer um investimento em quatro equipamentos, de diferentes fabricantes e ao mesmo tempo, poderia ser um passo arriscado, se não se tratasse de uma decisão pensada com o objectivo de crescer na impressão digital de pequeno formato e na embalagem.

Bruno Moluras, gestor da Onda Grafe refere que “esta é uma área da empresa que tem estado a crescer. Apostámos numa estratégia comercial para essa área e estamos também focados na impressão digital para embalagem de pequena tiragem, pelo que a aquisição da Linoprint se deve, acima de tudo à possibilidade de impressão de altas gramagens. Apesar de não estar ainda totalmente instalada, a Linoprint CP está já a produzir alguns trabalhos de teste e corresponde ao que pretendemos.”

Segundo o gestor, “esta é a base principal do investimento e tudo o resto vem na sua sequência.” É nessa perspectiva que, também dentro do digital de pequeno formato a Onda Grafe adquiriu também uma Konica Minolta a preto, por considerar que ao apostar nesta área e tendo uma estratégia comercial delineada, acabará por ter muito mais trabalho.
“ Tínhamos duas Konica Minolta, uma cuja ocupação estava quase a 100% e outra a 10%, só que os 90% da primeira máquina tem vindo a subir e a tendência seria começar a crescer. O factor custo foi importante nesta decisão, no entanto optámos pela Linoprint CP também por motivos de produção, altas gramagens e confiança na Grafopel” esclarece Bruno Moluras.

Mas porque o digital de pequenos formato não é só impressão e tudo o que é impresso deve ser acabado, a empresa de Loures decidiu adquirir uma Duplo para colmatar os tempos de resposta que precisavam de ser encurtados. “ Todos os dias a produção lida com muitos trabalhos e isso traduz-se em muita afinação efectiva, o que atrasa tanto os trabalhos da área digital, como os trabalhos feitos em offset. Assim, fez sentido a aposta na Duplo, uma máquina que vinca, corta, picota e permite que o trabalho saia directamente para a fase de embalagem, pronto a ir para o cliente. Creio que, com toda esta evolução talvez em breve precisemos de outro equipamento da Duplo, sobretudo quando temos duas máquinas digitais a produzir e estas são bastante rápidas. A máquina a preto foi um investimento devido ao facto de termos muito trabalho de numeração e personalização que acabava por ser feito numa máquina a cores onde o preço não é o mesmo que o praticado numa máquina a preto. Com esta aquisição conseguimos baixar o preço da impressão a preto e ter uma máquina que recebe trabalhos que libertam a máquina a cores”, refere o gestor e empresário gráfico.

«Todos os dias a produção lida com muitos trabalhos e isso traduz-se em muita afinação efectiva, o que atrasa tanto os trabalhos da área digital, como os trabalhos feitos em offset. Assim, fez sentido a aposta na Duplo.»

No último mês o trabalho na área de impressão digital disparou na Onda Grafe e, para Bruno Moluras, isso deve-se sobretudo “ao facto de termos percebido que existia uma larga fatia de trabalhos pequenos que a empresa não aceitava. Temos uma máquina 35×50 que dá resposta aos trabalhos de menor quantidade, mas percebemos que existia uma larga fatia de orçamentos direccionados para essa máquina que nunca eram convertidos em produção efectiva. Havia pedidos de orçamento, no entanto acabávamos por não ser concorrenciais em offset e percebemos que havia aqui um boa oportunidade de negócio. Assim, acabamos por transformar orçamentos não adjudicados em orçamentos adjudicados, mas não fomos propriamente retirar trabalho de produção ao offset de pequeno formato para colocar no digital.”

O gestor da Onda Grafe acrescenta ainda que, “muitas vezes tínhamos os clientes a dizerem que se conseguíssemos um preço relativamente melhor fariam o trabalho connosco. E para ter uma margem tão confortável quanto tínhamos no offset era preciso que o digital de pequeno formato tivesse um custo que permitisse manter a mesma margem.”
Para que tudo isto fosse possível, Bruno Moluras refere que foi necessário optar por uma estratégia que levasse a baixar os custos de produção, mantendo as margens.
A aquisição destas máquinas acabou por acontecer em conjunto, mesmo tratando-se de diferentes fabricantes já que como considera o gestor, “faz sentido que assim seja, sobretudo para que as pessoas cá dentro percebam que a forma de trabalhar vai ser, a partir de agora, diferente e também, para que o processo não se fosse alterando aos poucos, mas acontecesse todo de uma vez.”

Para ficar completo o leque de quatro equipamentos, falta apenas falar na Zund, uma máquina de corte e vinco automática que vem ajudar ao digital de pequeno formato. “Trata-se de uma plotter de corte, com 1×1,30 m com um alimentador e com tapete rotativo. É um suporte à Linoprint porque permite fazer o corte das caixas sem a necessidade de um cortante. A operação torna-se muito competitiva em termos de preço e, ainda mais fácil”, conclui Bruno Moluras.
Questionado sobre de que forma a aquisição destes equipamentos altera os padrões de funcionamento na sua empresa, Bruno Moluras refere que, “tudo isto junto traz uma revolução na Onda Grafe, sobretudo no modo de pensar os trabalhos, baixando custos de produção, sem baixar margens. Conseguimos produzir de uma forma mais competitiva e aumentar as vendas também por isso, porque a rapidez faz a diferença junto dos clientes.
Damos resposta a alguns trabalhos em poucas horas e isso tem impacto positivo e dá-nos uma mais valia, pois queremos, acima de tudo, satisfazer o cliente, mostrando que evoluímos e que temos um leque variado de opções à sua disposição.
Se tivermos “timming” e preço, conseguimos ter uma produção mais eficiente sem mexer na nossa margem”, adianta.

Apesar da impressão digital de pequeno formato ser neste momento o foco de atenção da administração da Onda Grafe, Bruno Moluras não deixa de pensar em outras áreas que podem, em breve, ser melhoradas. A impressão digital de grande formato, por exemplo, representava para a empresa gráfica de Loures há menos de um ano, 3% da facturação, sendo actualmente de 10%. Da mesma forma, outras áreas como a impressão laser, resina, brindes, gravações, etc, podem vir a ser dinamizadas. Um projecto online faz parte dos projectos da Onda Grafe mas para já preferimos não falar nos seus contornos… “Há muitas ideias que ainda não saíram do papel mas que têm todas as hipóteses de se concretizarem. O que é preciso para tal, é apenas tempo…”

Um pouco como consequência de tudo isto, e depois de um investimento avultado, a Onda Grafe sentiu necessidade de ter o apoio de uma empresa externa que pudesse avaliar o rumo das suas decisões, bem como contribuir para uma análise da área de vendas e orçamentação. Assim, Bruno Moluras revela que a empresa tem neste momento a decorrer uma acção de consultoria que analisa a forma como estão a trabalhar. “Esta acção durará seis semanas e analisa sobretudo os processos que antecedem a venda. No final deste estudo, implementaremos alterações significativas que tragam melhorias visíveis ao funcionamento da gráfica. Acho que conseguiríamos fazer este trabalho internamente, mas isso demoraria muito tempo e nós queremos os resultados o quanto antes.”

Com a feira drupa à porta, o gestor gráfico mostra-se confiante de que esta vai mostrar um grande salto na impressão digital de 50×70, considerando que será aquilo que “nos pode suscitar maior interesse aqui na Onda Grafe. Ainda assim acredito que o formato 50×70 custará um pouco a entrar no mercado português pois na verdade quem apostou no digital de pequeno formato andou a tentar “roubar” trabalho ao offset e quem investir no 50×70 sofrerá concorrência dessas mesmas máquinas na grande maioria dos trabalhos. Para além disso creio que o preço dos equipamentos será ainda muito elevado durante os próximos tempos…”

FICHA TÉCNICA
Diretora: Ana Paula Cecília
Redacção: Ana Paula Cecília
Design e paginação: Design Glow

Fotografia: Sara Butler, iStockphoto e António Camilo
Video: Sara Butler
Marketing e Publicidade: Pedro Silva

Colaboradores: Augusto Monteiro, Daniel Furet, João Felgueiras, Sebastião Camões
Webmaster: Sara Butler

Propriedade: Ana Paula Cordeiro Cecília e Carla Cecília

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