Paperworld
2020 volta a mostrar o porquê de ser o maior evento do mundo do papel e o que
mais impacta os profissionais deste mercado
Quem viaja pela primeira vez a Frankfurt para visitar a Paperworld 2020 não consegue deixar de se surpreender pela dimensão, número de expositores, diversidades de áreas abrangidas e produtos apresentados.
Apesar
de tudo isto, é sendo a Alemanha o país anfitrião, o que tem maior número de
expositores e ainda pelo facto de ser o estado motor da economia europeia,
seria de esperar que se visse uma maior mostra de produtos e soluções
“ambientalmente ecológicos, verdes, sustentaveis, recliclados”. Se é
verdade que algumas marcas fazem da questão ecológica o seu “cavalo de
batalha” e aproveitam o momento para comunicar seguindo a onda e captando
uma percentagem de clientes que querem por sua vez oferecer produtos que
respondem a questões que se relacionam com a preservação do planeta e dos seus
recursos, a grande maioria assobia para o lado e segue o seu percurso.
Felizmente,
entre os expositores portugueses, podemos encontrar fabricantes que estão a
fazer o trabalho de casa e nesta edição de 2020 trouxeram para Frankfurt
novidades que acabaram por chamar a atenção dos visitantes. Podemos falar da Ambar
que aposta numa linha escolar que usa papel reciclado e fibras têxteis, na
produção de mochilas, dossiers e cadernos, sendo que a fibra têxtil é reciclada
e obtida atavés de roupas usadas, ou até na Prado, que com a Cartolinas da
Lousã desenvolveu um papel com sementes que se for misturado na terra com água
acaba ao fim de alguns dias por dar origem a uma planta, ou mesmo a Olmar que
mostrou um papel reciclado com todas certificações de fabrico e uso carimbadas,
sendo este produtos um dos únicos que conseguiu obter a totalidade de
certificações de uso e fabrico.
Mas
se quer saber tudo sobre a Paperworld 2020, não deixe de ler o nosso especial sobre
o evento, que será publicado na próxima edição da InterGráficas.
